Quais tipos de Flats podem ser usados como moradia?

Quem busca praticidade e menos dor de cabeça na rotina adora a opção de morar em um flat.
Você não se preocupa com arrumação, não perde tempo com mudança e mora em um ponto estratégico da cidade .

Mas não é qualquer unidade hoteleira que pode ser usada como moradia, primeiramente, é crucial saber se ela está ou não no pool hoteleiro. Sendo disponíveis para moradia APENAS os que não estão no pool hoteleiro.
Você quer saber mais sobre o mercado hoteleiro, conhecer um Flat para você, entre em contato conosco!

 

Flats e condo-hotéis Investimentos palpáveis

Um investimento que, além de prático, serve como uma moradia temporária ou ativo empresarial.

Diversificar a carteira é algo essencial para investir com sucesso. Você conhece os ativos físicos, concretos e práticos que o setor hoteleiro têm a oferecer?

Entre em contato e saiba mais!

Estações De Metrô Valorizam Imóveis Paulistanos Em Até 32%

Os apartamentos localizados até um quilômetro de distância de estações de metrô são em média 16% mais caros em relação aos bairros adjacentes na cidade de São Paulo. Segundo o estudo realizado pelo Geoimovel-VivaReal, o valor médio do m² de imóveis próximos dessa modalidade de transporte coletivo é de R$ 10.130,00 e além desse raio é de R$ 8.557,00.

A maior variação é de 32% para imóveis próximos à estação Sacomã (Linha Verde) e Barra Funda (Linha Vermelha). O preço mediano do m² nos bairros adjacentes da Zona Oeste é de R$ 9.783,00 e próximo do metrô Barra Funda é de R$ 14.343,00. Já no Sacomã, o m² médio custa R$ 7.335,00 e no raio de um quilômetro da infraestrutura de transporte é de R$ 10.848,00. O levantamento considerou 95,5 mil apartamentos lançados na cidade de São Paulo nos últimos três anos, totalizando um VGV (Valor Geral de Vendas) de R$ 58 bilhões.

Segundo Aline Borbalan, head de Inteligência de Mercado, o estudo também tangibiliza a valorização próximo das futuras estações de metrô. A cidade de São Paulo possui 18 estações em projeto e seis com previsão de inauguração. “Os dados permitem que proprietários, incorporadoras e investidores entendam que essas regiões são mais caras e oferecem maior tendência de valorização, diante do fato da proximidade com as estações que propiciam maior mobilidade urbana aos moradores, dentre outros importantes fatores que impulsionam os futuros lançamentos no entorno.”, explica Aline.

Fonte: publicidadeimobiliaria.com

Como começar a investir em Flats e Condo-hotéis?

Existem algumas “leis” do investimento imobiliário que
se aplicam em todas as categorias de imóveis, mas, para
aplicá-las é muito importante saber qual a intenção com
o imóvel.

Talvez a mais importante para quem está pensando em
investir em um flat ou condo-hotel é: “Sucesso não se
mede com promessas, se verifica com histórico”. Se você
pensa em ter uma unidade hoteleira como um investimento
avaliar os relatórios, histórico do intermediador,
imóvel e construtora é ESSENCIAL para ter bons
resultados com o ativo.
Mas se você pensa ter uma unidade hoteleira para morar,
as condições vão ser decididas conforme suas
preferências e necessidades. Sempre vale a pena pensar
no futuro se você está comprando uma moradia que pode se
tornar um investimento lá na frente.

E aí, qual a sua intenção com uma unidade hoteleira?
Moradia ou investimento?

Entre em contato conosco e lhe ajudaremos!!!

 

Airbnb movimenta 3 vezes mais a economia no Brasil que hotéis

Para qualquer país, o turismo é um importante motor para a economia. Compras, hospedagem e passeios movimentam altos valores nas cidades turísticas.

Airbnb, maior plataforma de compartilhamento de casas do mundo e com mais quartos que qualquer rede hoteleira, calculou o valor que a companhia adicionou ao PIB brasileiro no ano passado. Foram 2,5 bilhões a mais na economia do país, ou 0,04% do total do PIB em 2016.

A pesquisa, feita em conjunto com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), também calculou que o turista que usa a plataforma gasta, em média, três vezes mais do que turistas que se hospedam em hotéis.

Além do incremento de renda dos anfitriões brasileiros, a pesquisa inclui gastos com alimentação, compras, passeios, atrações e transporte. Esse valor já leva em consideração a redução do consumo no local de origem do turista.

O documento ainda calculou que a plataforma gerou o equivalente a 70 mil empregos.

A plataforma afeta principalmente os setores de comércio e alimentação, acrescentando 623 milhões de reais e 501 milhões de reais respectivamente e quase 40 mil empregos.

É a primeira vez que a Fipe analisa o impacto socioeconômico do Airbnb no Brasil. O estudo se baseia em dados da empresa sobre as operações no país, levantamentos anteriores da fundação sobre o turismo brasileiro, números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Núcleo de Economia Regional e Urbana da USP (Nereus).

Airbnb e hotéis tradicionais

A companhia movimentou ainda mais que o setor hoteleiro tradicional. O turista que se hospeda em um dos locais disponíveis na plataforma gasta cerca de três vezes mais que aquele que se hospeda em hotéis. Eles costumam passar mais tempo no destino e consumir mais nos comércios de bairro.

Como consequência, os hóspedes do Airbnb acrescentaram 788,2 milhões de reais a mais ao PIB brasileiro do que se tivessem se hospedado em hotéis ou pousadas, segundo estimativa da Fipe.

No entanto, o impacto ainda é pequeno, já que o número de pessoas que se hospedam por meio da plataforma representa apenas 2,1% do total de hóspedes no Brasil.

No Brasil, o Airbnb reúne cerca de 143 mil anúncios e registrou mais de um milhão de chegadas de hóspedes em 2016. A plataforma conta com quase 90 mil anfitriões e o ganho anual de um anfitrião brasileiro típico no ano passado foi de R$ 6.070.

Fonte: exame.abril.com.br

Dólar sobe na contramão externa após novo atraso na reforma da Previdência

O dólar opera em alta no mercado doméstico em meio ao novo atraso na tramitação da reforma da Previdência na Comissão Especial da Câmara. No exterior, a moeda americana recua frente divisas emergentes ligadas a commodities em meio à divulgação da terceira e última estimativa do PIB dos Estados Unidos no primeiro semestre e antes do encontro entre os presidentes dos Estados Unidos e da China em reunião almoço neste sábado no G-20 em Osaka, no Japão. O evento começa nesta Sexta-feira (28) e termina no sábado, dia 29.

Mais cedo, o RTI voltou a destacar que o balanço de riscos da instituição possui fatores de risco “em ambas as direções” – ou seja, a de baixa e a de alta da inflação. Ao mesmo tempo, o BC pontuou que o risco “preponderante” neste momento é aquele ligado ao andamento das reformas no Congresso. O BC também pontuou que “uma eventual frustração das expectativas sobre a continuidade das reformas e ajustes necessários na economia brasileira pode afetar prêmios de risco e elevar a trajetória da inflação no horizonte relevante para a política monetária”.

O Banco Central também reafirmou que os próximos passos da política monetária “continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação”.

No caso da Previdência, não houve acordo nesta quarta entre os líderes sobre a inclusão de Estados e municípios no parecer do relator. Por isso, os integrantes da comissão e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ainda negociam a possibilidade de se convocar uma nova sessão para que o relatório seja lido mais tarde, ainda hoje.Dessa forma, o texto só deverá ser votado na próxima semana na comissão.

Nos mercados internacionais, nesta manhã, o dólar está fraco e as bolsas europeias e os índices futuros dos mercados acionários de Nova York deram uma piorada, reagindo a relatos de que o presidente da China, Xi Jinping, pretende apresentar ao presidente dos EUA, Donald Trump, uma série de condições para a resolução da atual disputa comercial, gerando dúvidas de que os líderes dos dois países conseguirão de fato retomar as negociações comerciais em encontro que terão sábado no Japão.

Segundo fontes ouvidas pela Dow Jones Newswires, Pequim quer que os EUA removam as tarifas impostas a produtos chineses e reduzam a exigência de compras de produtos americanos.

Às 9h33, o dólar à vista subia 0,32%, a R$ 3,8593, enquanto o dólar futuro para julho, mais negociado até hoje, avançava 0,43%, a R$ 3,8590.

Fonte: istoedinheiro.com.br

Ibovespa sobe 1% e dólar cai com fala de Draghi e commodities

Índice avança acompanhando as bolsas americanas e europeias após fala do presidente do BCE sobre estímulos na Europa

SÃO PAULO – O Ibovespa opera em alta nesta terça-feira (18) seguindo o bom humor externo, enquanto o mercado acompanha de perto o andamento da reforma da Previdência, com a primeira sessão de debates na comissão especial.
Além disso, os investidores aguardam o início das reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom) e do Federal Reserve (Fed), que se encerram amanhã e podem trazer novas taxas de juros, respectivamente, no Brasil e nos Estados Unidos.

Às 10h13 (horário de Brasília), o principal índice da Bolsa tinha ganhos de 0,99%, a 98.594 pontos, enquanto o dólar comercial registra queda de 0,83%, cotado a R$ 3,8682 na venda. Já o dólar futuro com vencimento em julho tinha perdas de 0,49%, a R$ 3,872.

No mercado de juros, o contrato com vencimento em janeiro de 2021 recuava 7 pontos-base, para 5,94%, enquanto os DIs para janeiro de 2023 tinha queda de 6 pontos, a 6,90%.

Hoje, os mercados internacionais operam majoritariamente em alta, com as bolsas europeias virando para o sinal positivo, após discurso do presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, sugerindo que o Banco Central Europeu (BCE) fornecerá mais estímulo, seja por meio de novos cortes nas taxas ou compras de ativos, se a inflação não melhorar.

Além disso, investidores monitoram as tensões geopolíticas com o envio, por parte dos EUA, de mil soldados ao Oriente Médio, como ameaça ao Irã.

No Brasil, o destaque fica por conta do início dos debates na Comissão Especial da Reforma da Previdência, a partir das 9 horas. As inscrições para discutir o relatório ainda estão abertas e, segundo a Agência Câmara, haviam mais de 130 parlamentares inscritos para discutir o assunto.

Ainda no Brasil, destaque para o pedido de recuperação judicial da Odebrecht, com dívidas totais de R$ 98,05 bilhões. Pivô da operação Lava-Jato, essa é a maior proteção contra credores já solicitada no País, superando a da operadora de telefonia Oi.

Noticiário corporativo

A Odebrecht ajuizou ontem pedido de recuperação judicial (RJ) contemplando R$ 51 bilhões em dívidas concursais, ou seja, passíveis de proteção de credores pela Justiça, excluídos neste montante os valores entre as próprias empresas do Grupo e créditos extraconcursais.

Sobre Petrobras, o Valor destaca que o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) começou a julgar ontem dois processos relevantes à estatal, que tratam do aluguel de plataformas petrolíferas, atingindo R$ 7,9 bilhões. Ambos estão com placar desfavorável à Petrobras. Um terceiro começará a ser julgado hoje.

No total, os valores estimados pela empresa para perdas no seu formulário de referência, soma R$ 45,45 bilhões, incluindo Cide, Pis e Cofins, Importação e Imposto de Renda Retido na Fonte.

A Vale informou ontem à noite que suspendeu as atividades de processamento de níquel da usina de Onça Puma, no Estado do Pará. Conforme a companhia, não havia na mina extração mineral, apenas atividades de transformação de minério. Na sexta-feira, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região aumentou para R$ 200 mil a multa diária para a mineradora por conta das atividades no local.

Bolsas Internacionais

No exterior, o presidente Donald Trump deve anunciar hoje à noite, em discurso na Flórida, sua intenção de concorrer à reeleição. Enquanto isso, o secretário de Defesa dos EUA, Patrick Shanahan, anunciou ontem o envio de soldados para o Oriente Médio, citando preocupações com uma ameaça do Irã. Os temores de um confronto entre o Irã e os EUA aumentaram desde a última quinta-feira, quando dois petroleiros foram atacados, o que Washington atribuiu a Teerã.

O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, disse hoje que mais cortes de juros continuam fazendo parte das ferramentas da instituição. Segundo ele, indicadores dos próximos trimestres sugerem continuidade da fraqueza econômica na região. Ainda segundo Draghi, taxas de juros negativas provaram ser uma ferramenta muito importante na estratégia monetária do BCE. A atual taxa de depósitos da instituição é de -0,40%.

Entre os indicadores, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro subiu 1,2% na comparação anual de maio, desacelerando significativamente em relação ao aumento de 1,7% verificado em abril, segundo dados finais divulgados hoje pela agência de estatísticas da União Europeia, a Eurostat. O resultado de maio confirmou a estimativa prévia e veio em linha com a projeção de analistas consultados pelo The Wall Street Journal.

A zona do euro registrou ainda um superávit comercial de 15,3 bilhões de euros em abril, segundo dados com ajustes sazonais publicados hoje pela agência de estatísticas Eurostat. O resultado é menor do que o saldo positivo de 18,6 bilhões de euros observado em março.

Ainda na Europa, parlamentares do Partido Conservador realizam uma segunda rodada de votação no processo eleitoral para definir o próximo presidente da legenda, que assumirá como primeiro-ministro britânico.

Bolsonaro e Governo

O presidente Jair Bolsonaro decidiu vetar a gratuidade de franquia de bagagem, que foi inserida por emenda parlamentar na medida provisória que abriu o setor aéreo para o capital estrangeiro. A MP, editada no governo Temer, foi aprovada pelo Congresso neste ano.

Durante a tramitação da medida, uma emenda foi inserida para prever que passageiros poderiam levar, sem cobrança adicional, uma bagagem de até 23 kg nas aeronaves acima de 31 assentos. A Coluna do Estadão destaca, porém, que deputados já se articulam para derrubar o veto de Jair Bolsonaro à proibição de cobrança de bagagens pelas companhias aéreas.

O jornal O Globo informa ainda que o Senado poderá derrubar hoje os decretos assinados por Bolsonaro para flexibilização da posse e do porte de armas. Na semana passada, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) já havia aprovado a derrubada do decreto, por 15 votos a 9. O governo aposta na pressão das redes sociais para tentar reverter o veto.

Já o jornal O Estado de S.Paulo informa que um grupo de trabalho na Câmara prepara alterações no pacote anticrime do ex-juiz e ministro da Justiça Sérgio Moro. A intenção é retirar poderes do Ministério Público e da Polícia Federal, como o compartilhamento de provas sem autorização entre as forças-tarefas e a permissão para que a PF desmembre operações.

Sobre a ida do ministro Sérgio Moro ao Senado, na sessão prevista para amanhã, a Folha destaca que, enquanto aliados vão tentar conduzir o debate para o campo jurídico, a oposição quer promover uma discussão política, tirando-o da zona de conforto, durante os esclarecimentos relativos às trocas de mensagens com integrantes da força tarefa da Lava Jato.

O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, afirmou ontem que ainda não há previsão para que o presidente Bolsonaro efetive a demissão do presidente dos Correios, general Juarez Aparecido de Paula Cunha, anunciada na última sexta-feira, porque ele “foi ao Congresso e agiu como sindicalista”.

A Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) deve definir a lista tríplice para o cargo de procurador-geral da República, que desde 2003 é observada pelos presidentes para escolha do procurador-geral. Há dez candidatos inscritos. Raquel Dodge optou por não tentar ser reconduzida ao cargo.

Previdência e BNDES

A Comissão Especial da Reforma da Previdência pode começar a debater hoje o parecer do relator, deputado Samuel Moreira (PSDB-RJ). O texto foi apresentado na quinta-feira passada e a discussão já pode começar hoje, a partir das 9 horas. O presidente do colegiado, deputado Marcelo Ramos (PL-AM), disse que a oposição concordou em não obstruir a fase de debates.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse ontem que, se a reforma da Previdência for aprovada na comissão especial da Câmara no dia 26 de junho, ele pretende instalar a discussão para a reforma tributária na comissão já no dia 27. Segundo ele, as duas discussões ocorram simultaneamente na comissão porque são assuntos com “sinais trocados”. “Enquanto a Previdência divide a sociedade e unifica a federação, a tributária unifica a sociedade e divide a federação”, disse.

Maia afirmou que deve conversar com o ministro da Economia, Paulo Guedes, esta semana, aparentemente para tentar aparar as rusgas entre ambos por causa proposta. O ministro criticou, na sexta-feira (14), mudanças no relatório de Moreira, principalmente sobre a economia do setor público, de R$ 900 bilhões em dez anos, ante R$ 1,2 trilhão no projeto original. Guedes foi rebatido no mesmo dia por Maia.

O presidente da Câmara manteve ontem ainda sua expectativa de aprovação da reforma da Previdência no Plenário ainda no primeiro semestre. Segundo ele, a intenção é voltar a incluir Estados e municípios. Sobre a capitalização, afirmou ter proposto a Guedes, que o governo enviasse um projeto de lei que tratasse da capitalização, tema que foi retirado do relatório final. Entretanto, disse que ainda há brechas para a reintrodução da capitalização na PEC da Previdência.

Um dos trechos da reforma que poderá ser modificado diz respeito ao aumento da tributação da Contribuição Sobre Lucro Líquido (CSLL), que poderia atingir a B3, pontua a Folha. A equipe do relator analisa como este trecho foi escrito e, se entender que a B3 é afetada, poderá mudar o texto.

Após a polêmica saída de Joaquim Levy da presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Ministério da Economia confirmou ontem a escolha do engenheiro Gustavo Montezano para o cargo. Ele é atual secretário-adjunto da Secretaria de Desestatização e Desinvestimento do Ministério da Economia.

Montezano tentará colocar em prática a promessa de campanha de Bolsonaro de abrir o que chama de “caixa-preta” do banco. Além disso, a nova gestão abre espaço para uma reformulação no papel do banco pela equipe econômica, que já pensa em concentrar a gestão das privatizações na instituição.

Enquanto isso, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do BNDES decidiu ouvir o ex-presidente da instituição, Joaquim Levy, no dia 26 de junho, às 14h30.

Fonte: infomoney.com.br

Abrainc promove Fórum Internacional de Liderança e Inovação em São Paulo

FILI 2040 apresentará iniciativas mundiais sobre como viabilizar o negócio da cadeia da incorporação imobiliária embasado pela sustentabilidade

A ABRAINC (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias) realiza, no dia 25 de junho, o primeiro Fórum Internacional de Liderança e Inovação – FILI 2040. A proposta do evento é trazer experiências concretas de iniciativas presentes mundialmente sobre como viabilizar o negócio da cadeia da incorporação imobiliária no contexto de liderança, gestão e inovação, sempre com os preceitos de sustentabilidade.

“A indústria da incorporação está mudando, embora não seja rápida devido a sua complexidade. Tecnologias como Big Data, Inteligência Artificial, Smart Mobility, Blockchain, Realidade Aumentada e Virtual, ChatbotsPear-to-peer e novas formas de conectar as pessoas já estão presentes no setor, e terão um enorme impacto no futuro do mercado imobiliário. Além disso, inovações sociais (trabalho mais inteligentes, gestão dinâmica e organização flexível), mentalidade e cultura serão grandes desafios para as organizações”, afirma Luiz França, presidente da ABRAINC.

No evento, a ABRAINC irá lançar e debater uma pesquisa inédita sobre ‘Tendência do consumidor imobiliário em 2040’, realizada em parceria com a Deloitte.

Palestras

O FILI 2040 abordará pontos essenciais para a inovação e tecnologia na área da incorporação imobiliária. Temas como a importância na formação de recursos humanos qualificados, apoio às empresas na inserção da inovação e ajuda para a regulação por meio de arranjos jurídicos – institucionais adequados, aprimorar o marco legal à inovação, com ajustes que tornem mais efetivos os regimes de incentivos existentes –, serão debatidos no Fórum. Além disso, a necessidade da criação de programas setoriais de inovação efetivos, que definam metas e objetivos pactuados entre o governo e o setor privado será discutida.

O programa do Fórum reunirá conceituados palestrantes do setor, além da realização de sessões interativas, com a participação de empresas como MRV, Deloitte, Tegra, Cyrella, OLX, entre outras. Além da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, e os sindicatos do setor, SindusCon-SP e SECOVI-SP.

Serviço:

Data: 25/06, terça-feira

Horário: das 08h às 18h30

Local: Centro de Convenções Grand Mercure | Rua das Olmpíadas, 205 – Vila Olímpia (SP)

Inscrições: Pelo site https://www.eventbrite.com.br/e/fili-2040-forum-internacional-de-lideranca-e-inovacao-tickets-60129407677#tickets

Sobre a ABRAINC

A ABRAINC (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias) foi fundada em 2013 com o objetivo de levar mais eficiência à gestão, qualidade e aprimorar o processo da incorporação imobiliária. Atualmente, a entidade possui 36 incorporadoras associadas, com grande relevância na economia do Brasil e atuação ativa na associação. Seu objetivo é representar essas empresas, fortalecendo o setor e contribuindo para o desenvolvimento sustentável do País e de suas cidades. A ABRAINC atua em defesa da responsabilidade socioambiental, da ética, da integridade e das conformidades técnica, fiscal e urbanística.

Fonte: abrainc.org.br

Dólar opera em queda e atinge R$ 3,85

O dólar opera em queda nesta quinta-feira (6), com investidores acompanhando desdobramentos de questões comerciais no exterior e de olho nas negociações entre o Executivo e o Congresso em torno da aprovação de reformas.

Às 14h37, a moeda norte-americana caía 0,51%, vendida a R$ 3,8745.

Na mínima, o dólar chegou a R$ 3,8571 e na máxima, a R$ 3,8839.

No dia anterior, a moeda norte-americana subiu 0,98%%, vendida a R$ 3,8943. No ano, o dólar acumula alta de 0,52% sobre o real.

O BC realiza nesta sessão leilão de até 5,05 mil swaps cambiais tradicionais, correspondentes à venda futura de dólares, para rolagem do vencimento de julho, no total de US$ 10,089 bilhões.

Fonte: g1.globo.com

Registros de imóveis crescem 11,3% no 1º trimestre

Os negócios imobiliários na cidade de São Paulo continuam recuperando fôlego e cresceram 11,3% no primeiro trimestre deste ano, em comparação ao mesmo período do ano passado. Foram registradas 24.957 ações de compra e venda no primeiro trimestre de 2019. Nos últimos 12 meses, a alta foi de 15% ante os 12 meses imediatamente anteriores. Paralelamente, também está caindo a inadimplência, refletida no número de imóveis retomados por falta de pagamento.

Segundo dados da Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo (Arisp), com base nos registros feitos em todos os cartórios de imóveis da capital paulista, apontam que a recuperação teve início em 2017, depois de quatro anos de queda no período da crise.

Em 2012, ano em que o levantamento começou a ser feito, 146.779 imóveis foram comprados ou vendidos. Os números foram caindo até atingir 89.650 unidades em 2016. Nos últimos 12 meses encerrados em março, a soma é de 112.956 unidades.

“O mercado, de fato, está reagindo, talvez não no ritmo que o País precisa, mas o fato é que estamos em uma situação melhor do que a dos últimos anos”, afirma o economista Eduardo Zylberstajn, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), entidade parceira da Arisp no estudo.

De acordo com ele, ainda é difícil fazer uma projeção do mercado para o ano todo, em razão das incertezas econômicas e políticas que ainda perduram. Zylberstajn acredita, no entanto, que a previsão de crescimento da economia de 1% (ou abaixo disso) este ano não vai interromper a reação do mercado imobiliário.

“O importante é que o PIB (Produto Interno Bruto) parou de cair. Está fraco, mas está reagindo e, como o mercado imobiliário é cíclico, os indicadores mostram que agora estamos passando por uma recuperação”, diz.

Zylberstajn afirma que, mesmo durante o período mais forte da crise, os preços dos imóveis caíram pouco e esse também foi um dos motivos da redução dos negócios. Com a recuperação se mantendo, é possível que ocorra aumento de preço, mas isso não deve acontecer no curto prazo.

Ranking global imobiliário – Por enquanto, o relatório Indicadores do Registro Imobiliário coleta todos os meses dados das cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro, mas, ao longo do ano, também serão divulgados números de outras cidades, assim como do Estado de São Paulo e de outros Estados.

Segundo Flaviano Galhardo, presidente da Arisp, “com esses dados queremos contribuir para a melhoria do mercado”. Há outros indicadores do setor, mas a maioria deles é parcial por divulgar, por exemplo, apenas resultados de vendas de imóveis novos ou volume de investimentos feitos.

“Informações concretas de compra e venda são fundamentais para o fomento de negócios no País”, afirma Patrícia Ferraz, coordenadora do Departamento de Estatísticas da Arisp. “Investidores estrangeiros e nacionais, quando cogitam entrar no mercado imobiliário brasileiro, olham a economia do País; portanto, quanto mais informações tiverem, mais chances de receber recursos.”

Ela também ressalta a importância de dados efetivos para o cidadão comum que quer comprar ou vender um imóvel e para os governos desenvolverem políticas públicas.

Outra meta da entidade é ajudar o País a melhorar sua posição no relatório do Banco Mundial chamado de Doing Business, que avalia regulamentos para fazer negócios e sua implementação em 190 países. O Brasil está na 175.ª posição do ranking. “O País perdeu pontos porque não tinha esses índices que são solicitados no relatório”, afirma Galhardo.

Fonte: ibrafi.org.br