Onde comer e beber no dia 1º de janeiro

Veja uma seleção de endereços, entre restaurantes e bares, que abrem no primeiro dia do ano

Depois das festas de Ano-Novo, muitos restaurantes e bares permanecem fechados no dia 1º de janeiro.

Se você estiver na capital paulista, vale a pena conferir a nossa lista de restaurantes e bares que funcionam na terça (1º).

Bar do Juarez. O espaço comporta grandes grupos de amigos e oferece porções para partilhar. Das 17h à 1h, dá para saborear a famosa picanha no réchaud (R$ 108,00). O chope Brahma custa R$ 8,70.

Barbacoa. Com bom atendimento e qualidade nos cortes, a churrascaria serve, a partir do meio-dia, carnes em sistema de rodízio (R$ 139,90 por pessoa). Vale experimentar o bife ancho, macio e suculento, e a picanha. Há também um carré de cordeiro e uma costela suína bem tostada, além de linguiça e leitão à pururuca, fatiado com a ajuda de uma tesoura.

A bela Sintra. O melhor restaurante português pela mais recente edição de COMER & BEBER funciona sem intervalo das 12h às 23h. Da cozinha de Patrícia Sampaio, saem pedidas como o bacalhau ao forno (R$ 185,00) e o arroz de polvo (R$ 139,00). Para adoçar, finalize com um tiramisu (39,00), coberto por fios de ovos e uma flor comestível.

Boteco São Bento. A unidade da Vila Madalena funciona a partir das 13h. Apareça para provar petiscos como a coxinha de mandioquinha e mortadela (R$ 35,90 a porção). O clima é de paquera.

Cortés. A casa de churrasco pertence aos mesmos proprietários da rede Ráscal. Do salão agradável é possível ver as grelhas protegidas por vidraças. Das 11h45 às 20h do dia 1º, provam-se cortes como o cowboy steak (R$ 148,00), servido com osso e bastante gordura. Para acompanhar, vá de chips crocantes de batata (R$ 22,00) e farofa úmida de ovos (R$ 24,00).

Ca’d’Oro. Junto do hotel de mesmo nome, a casa se dedica a receitas clássicas. Uma das pedidas é o ravióli de carne ao molho de tomate (R$ 70,00). Tem também pato confitado guarnecido de risoto de pera (R$ 79,00). O endereço funciona das 13h às 16h para o almoço e das 19h às 23h para o jantar. Das 10h30 às 13h, oferece brunch em bufê (R$ 90,00).

Genésio. Os clientes podem papear até altas horas neste boteco chique e gelar a garganta com um chope (Brahma, R$ 8,60) bem tirado. Para petiscar, peça a tigelinha de polenta com molho de tomate e azeitona preta, que sai por R$ 21,00.

Jardim de Napoli. No almoço e no jantar, o polpettone frito e recheado de queijo mussarela (R$ 66,00) é expedido no capricho nesta cantina. O prato foi criado pelo restaurateur Toninho Buonerba, morto em 2018. Vale pedir uma porção de arroz branco (R$ 20,00) para aproveitar todo o molho de tomate do prato. Para adoçar, vá de pavê de café (R$ 17,00).

Maremonti Trattoria & Pizza. As receitas italianas recheiam o cardápio da casa. Disponível no almoço e no jantar, o ravióli de costela ao molho de cogumelos sai por R$ 78,00. De encher os olhos, a bisteca suína à milanesa encontra boa companhia no adocicado purê de abóbora com molho de cebola caramelada (R$ 54,00 no almoço e R$ 74,00 no jantar).

O’Malley’s. No pub, com vários ambientes, é possível ver shows, beber no balcão ou jogar sinuca com os amigos. Das torneiras, uma dica é o chope Fuller’s Honey Dew (R$ 27,00, 580 mililitros), com mel na fórmula. A casa fica aberta das 12h às 4h.

Rufino’s. Os fãs de peixes e frutos do mar encontram boas pedidas na casa, que opera entre as 12h e as 18h no feriado. Peça o espaguete ao molho de vôngole servido já fora da conchinha, com tempero de salsinha e um toque de vinho branco. Custa R$ 98,00, para dois. Ou saboreie o caixote de frutos do mar (R$ 102,00, individual).

Santo Colomba. Localizado no térreo de um flat, o restaurante tem entrada independente e um belo bar. No dia 1º, funciona entre as 12h e as 15h. É recomendável fazer reserva para aproveitar as receitas do chef José Alencar de Souza, como o nhoque de batata com espinafre ao molho suave de gorgonzola. Custa R$ 63,00.

Sujinho. Aberto há quase um século, o restaurante está na memória afetiva dos paulistanos. A especialidade são as carnes na brasa, como a clássica bisteca do contrafilé (R$ 51,50). Quem prefere aves pode pedir o frango assado (R$ 20,99, meia-porção). Para acompanhar, escolha a meia-­porção de farofa de banana (R$ 12,99). Só almoço.

Vica Pota. A localização agradável, ao lado do Parque Buenos Aires, soma pontos para esta pizzaria. Um dos melhores sabores de cobertura é a bella dona (R$ 87,00), que junta queijo gorgonzola, calabresa e molho de tomate. O vicarelo (R$ 29,00) se mostra um bom aperitivo, composto de pãezinhos enrolados com mussarela, presunto cru, tomate e aspargo. A partir das 18h.

Fonte: vejasp.abril.com.br

Onde comer na ceia de Natal

Confira os endereços que preparam um menu especial para a data

Selecionamos opções para quem quer comemorar o Natal fora de casa. Faça sua reserva e garanta um lugar à mesa.

Bistrô Charlô. No restaurante do banqueteiro Charlô Whately, a ceia sai a R$ 360,00 por pessoa. Depois do talharim com lagosta e velouté, é hora de provar o peito de peru com farofa de panetone e purê de maçã. Opção de sobremesa, a torta rogel vem na forma de massa crocante entremeada de doce de leite.

Cantaloup. A ave assada é servida de maneira tradicional, com molho de cereja, farofa de miga e purê de castanha-portuguesa. A pedida compõe um combinado de entrada, prato principal e sobremesa, que custa R$ 240,00. De sobremesa, o confeiteiro Arnor Porto prepara o semifreddo de castanha-do-­pará com doce de leite e nozes.

Casa di Paolo. É possível comer na noite de Natal sem desembolsar uma fortuna. Além de se deliciar com o franguinho servido à vontade com acompanhamentos, o cliente pode saborear chester assado e saladas como a de uva-verde, nozes, amêndoa, maçã verde e chester defumado. R$ 81,00 por pessoa.

Così. O peru aparece, duplamente, no primeiro e no segundo prato. A coxa confitada em massa folhada com foie gras antecede o peito, que ganha a parceria de purê de pistache e pomme fondant trufada, feita com batata tostada. O menu do chef Renato Carioni custa R$ 275,00 e traz ainda entrada e sobremesa. Com vinhos, sai por R$ 380,00.

Dinho’s. A tradicional casa de grelhados, de quase sessenta anos, comemora a noite feliz com um bufê por R$ 490,00 por pessoa. O tradicional peru com farofa faz parte da enorme lista de sugestões, assim como tender, camarão, bacalhau, lagosta… A cada duas pessoas, ganha-se uma garrafa de vinho tinto.

La Casserole. A tradicional casa do centro oferece uma seleção de receitas por R$ 250,00 na noite de Natal. O namorado com farofa de pistache, molho ao champanhe, aspargo e chips de beterraba surge na lista de opções principais. Antes, abre o apetite o duo de vieira e camarão ao molho de baunilha.

Lellis Trattoria. Quem não quer gastar muito no jantar do dia 24 pode aparecer na cantina. Haverá sugestões especiais, caso do peru à califórnia. A ave assada é servida fatiada com frutas em calda, como pêssego e figo, mais purê de maçã e farofa. Custa R$ 145,00, para duas pessoas. O endereço não funciona com reserva.

Marcel. O suflê, prato mais famoso do tradicional Marcel, integra o menu da ceia de Natal, que custa R$ 265,00 por pessoa e combina clássicos franceses do cardápio criado pelo chef Raphael Durand Despirite. A versão de frutos do mar ao curry é uma das opções, mas pode ser trocada por outros preparos, caso do pato confitado ao mel de especiarias. O combo inclui ainda couvert, entrada — uma das quais é o ravióli de cogumelos porcini ao molho de manteiga com alho-­poró — e uma degustação de sobremesa. O endereço também servirá ceia de Ano-Novo, por R$ 315,00.

Supra di Mauro Maia. Numa cozinha aberta, o chef Rodrigo Bizzo expede as receitas criadas em parceria com o proprietário, Mauro Maia. O menu fechado (R$ 390,00) da noite de Natal inclui entre as pedidas o tortelli de bacalhau com bottarga ao molho cremoso de ovas e dry martini.

Tangará Jean-Georges. No suntuoso hotel, na região do Panamby, a cozinha expede receitas em um menu de quatro etapas. Por R$ 420,00, prova-se um bacalhau assado com camarões e creme de alcachofra, servido na companhia de azeitona e tomate confitado.

Tre Bicchieri. Neste refinado endereço italiano, pagam-se R$ 650,00 pelo cardápio da ceia, que traz antepasto, primeiro e segundo pratos mais sobremesa. A pedida de pescado é o lombo de bacalhau assado e perfumado com alho, que ganha a companhia de brócolis e batata.

Zena Caffè. A ideia é realizar um pré-Natal. Até o almoço de segunda (24), encontra-se na trattoria de Carlos Bertolazzi, conhecido por participações em realities do SBT, o peru recheado de nozes, uva-passa, anchova, alecrim e pinhole. Para acompanhar, purê de castanha-­portuguesa. O prato custa R$ 62,00. A casa não abre para a ceia de Natal.

Fonte: vejasp.abril.com.br

 

Festival de Natal de São Paulo 2018: Shows de música, circo, dança e muitas atrações gratuitas no centro de SP

Festival de Natal de São Paulo – de 14 (sexta) a 23 de dezembro (domingo) – traz uma programação variada de shows e atrações especiais para celebrar o Natal de 2018 na capital. O evento tem mais de 120 espetáculos gratuitos – shows de música, dança, circo e teatro – no centro histórico de São Paulo. Tudo gratuito!

As ruas da região central de São Paulo– próximas ao Viaduto do Chá, Pátio do Colégio e Largo São Francisco (veja o mapa abaixo) – terão iluminação de Natal para deixar o passeio noturno mais bonito. Estão programadas projeções em vídeo em prédios históricos, feiras gastronômica e de artesanato e ficará montada a Casa do Papai Noel para as crianças tirarem fotos e fazerem seus pedidos.

Destaques entre as atrações musicais, dança, circo e teatro  

Além das músicas natalinas tradicionais, cantadas por corais, cantoras e cantores, e em diversos ritmos (desde as versões tradicionais até em ritmo de samba), o Festival de Natal de São Paulo tem espetáculos de dança, circo e teatro (os endereços estão linkados ao Google Maps)

Shows

Luiza Possi + Ayrton Montarroyos – Ayrton Montarroyos é finalista do The Voice (TV Globo) de 2016 e Luiza Possi, um dos principais ícones da música pop romântica moderna. Entre números solos e duetos, os artistas vão apresentar alguns temas natalinos em versões novas e bem humoradas
Dia 19/12 às 18h – Pátio do Colégio
Dia 20/12 às 21h – Praça do Patriarca
Dia 21/12 às 21h – Coreto da Bolsa

Zezé Motta – Ícone da cultural brasileira, seja no cinema, no teatro, na música ou na televisão, apresenta o show acústico “No Coração do Brasil”, acompanhada pelo violonista Joan Barros. No repertório, clássicos da música Brasileira, inclusive do compositor Luiz Melodia
Dia 15/12 às 19h – Praça do Patriarca
Dia 16/12 às 18h – Largo São Francisco

Maria Alcina – Natal Bem Brasileiro – A cantora apresenta um show de canções brasileiras de Natal, compostas por autores que vão de Adoniran Barbosa a Chico Buarque, passando por Martinho da Vila, Vinicius de Moraes e Luiz Gonzaga
Dia 19/12 às 18h – Largo São Francisco
Dia 23/12 às 19h – Praça do Patriarca

Balé – “Quebra Nozes”, pela Superbazaro Companhia de Dança
Dia 14/12 às 20h – Pátio do Colégio
Dia 15/12 às 17h – Praça Antonio Prado – Coreto da Bolsa
Dia 16/12 às 17h – Praça do Patriarca
Dia 17/12 às 19h – Largo de São Bento
Dia 18/12 às 20h – Largo São Francisco

Teatro – A Folia do Menino Mateus – peça popular inspirada nos autos de reisado com base nas tradições populares com personagens da nossa cultura popular brasileira. “A Folia do Menino Mateus” narra um outro ponto de vista do nascimento do menino Jesus e as festas de natal. Com máscaras bonecos e musica ao vivo, espetáculo do Grupo Clariô de Teatro
Dia 14/12 às 21h – Coreto da Bolsa
Dia 16/12 às 16h – Largo da Misericórdia
Dia 17/12 às 20h – Largo São Francisco
Dia 20/12 às 20h – Pátio do Colégio
Dia 21/12 às 19h – Largo de São Bento

Gran Circo Bla Bla Bla – Seis personagens do circo clássico, o mágico, o homem forte, a mulher barbada, o palhaço, o malabarista e a bailarina realizam um cortejo musical na rua, convidando crianças e adultos a cantar e a ouvir histórias do Natal
Dia 15/12 às 16h – Largo São Francisco
Dia 17/12 às 18h – Largo da Misericórdia
Dia 20/12 às 19h – Coreto da Bolsa
Dia 22/12 às 19h – Praça do Patriarca
Dia 23/12 às 17h – Largo de São Bento

Projeções nos Prédios Históricos de São Paulo

A projeção de vídeos, um espetáculo de luzes e cores, acontecem a partir das 19h30.

As apresentações do Festival de Natal de São Paulo terão início Edifício Matarazzo com a Anunciação. A seguir começa a projeção mapeada na fachada da igreja de São Bento e a partir desse local, a Folia de Reis com bonecos gigantes dos Três Reis Magos. Músicos da cultura popular brasileira iniciam o cortejo, passando por todos os três pontos de projeção mapeada do evento.

1. Chegada do Espírito Natalino
Local: Edifício Matarazzo
Endereço: Viaduto do Chá, 15
Horário: 19h às 22h
19h – Concentração da Folia de Reis
19h25 – Saída do cortejo com a Folia de Reis em direção ao Mosteiro de São Bento
19h30 às 21h – Projeção
21h15– Todo o roteiro acima se repete, com projeção até as 22h

2. Anunciação e seres celestiais
Local: Igreja e Mosteiro de São Bento
Endereço: Largo de São Bento, 48
Horário: 19h50 às 22h
19h50 – Primeira entrada da projeção, com duração de 5 a 7 minutos
20h – Chegada da Folia de Reis. Os músicos se apresentam e seguem em cortejo até o Pátio do Colégio
20h20 – Projeção volta e permanece até as 21h
21h – Reapresentação do Cortejo da Folia Reis
19h às 22 – Apresentações aéreas intercaladas e estatua viva no local

3. Cenas de presépio
Local: Pátio do Colégio
Endereço: Praça Pateo do Collegio, 2
Horário: 20h às 22h
20h – Primeira entrada da projeção, com duração de 5 a 7 minutos
20h40 – Folia de Reis e músicos se apresentam e voltam para o Ed. Matarazzo para a segunda apresentação
21h até 22h – A projeção volta e fica em loop até as 22h

Casa do Papai Noel

Casa do Papai Noel – onde as crianças podem tirar fotos e fazer seus pedidos – está na Praça do Patriarca

De segunda a quinta-feira: das 18h às 22h
Sexta-feira: das 18h à meia-noite
Sábado: das 16h à meia-noite
Domingo: das 16h às 22h.

Feira Gastronômica

19 food trucks e 20 food bikes com vários tipos de culinária nos diversos pontos do centro histórico de São Paulo onde ocorrem os espetáculos.
De segunda a quinta-feira: das 18h às 22h
Sexta-feira: das 18h à meia-noite
Sábado: das 16h à meia-noite
Domingo: das 16h às 22h

Feira Artesanal

Presentear na época de Natal é um gesto de carinho. Artesanatos feitos à mão também terão espaço garantido no Festival de Natal de São Paulo, com 40 expositores para deixar a festa completa.

De segunda a quinta-feira: das 18h às 22h
Sexta-feira: das 18h à meia-noite
Sábado: das 16h à meia-noite
Domingo: das 16h às 22h
Fonte: areasverdesdascidades.com.br

Árvore de Natal do Ibirapuera é inaugurada

Cinco ursos em tamanho real e duas árvores com 2,40 metros decoradas com micro luzes em sua base completam a decoração.

A árvore de Natal do Ibirapuera foi inaugurada na noite deste sábado (1º).

Neste ano a árvore está três metros maior do que no ano passado. Serão 43 metros de altura por 15,5 metros de diâmetro.

Uma estrela foi instalada no topo da árvore na quarta-feira (28).

A estrela foi içada por um guindaste. Operários no interior da árvore a posicionaram para o encaixe no topo. A árvore contará ainda com mais de 250 enfeites entre lâmpadas, cristais em formato de floco de neve e bolas com símbolos natalinos.

Além disso, cinco ursos em tamanho real e duas árvores com 2,40 metros decoradas com micro luzes estarão em sua base completando a decoração.

Fonte: g1.globo.com

25 motivos para amar o Itaim Bibi

Bairro ideal para quem quer (e pode) morar perto do trabalho, o Itaim Bibi está cheio de atrações – sobretudo gastronômicas

Na região em que índios chamavam de “Itahy”, nasceu o bairro verticalizado e repleto de atrações gastronômicas chamado hoje de Itaim Bibi. ‘Bibi’ seria o apelido de Leopoldo Couto de Magalhães Júnior, antigo proprietário da fazenda que foi loteada e deu origem à área. Mas foi apenas na década de 70, com a canalização dos córregos e a abertura de grandes avenidas, como a Juscelino Kubitschek e a Faria Lima, que o pedaço começou a tomar os contornos atuais. Confira sua principais atrações e curiosidades:

1 – Junto aos muitos escritórios de empresas – Google, Louis Vuitton, Facebook… –, o Itaim está repleto de edifícios residenciais de alto padrão. É ideal para quem quer (e pode) morar perto de trabalho.

2 – O shopping mais antigo da cidade (e da América Latina) fica na Avenida Brigadeiro Faria Lima. Trata-se do Iguatemi, inaugurado em 1966.

3 –  Outro templo do luxo é o Shopping JK Iguatemi. Embora tenha mais cara de Vila Olímpia, fica na “boca” da principal via do Itaim Bibi.

4 – A Rua João Cachoeira é o shopping a céu aberto da área. Mais popular, a seleção de lojas de roupas agrada sobretudo àqueles que não querem gastar tanto.

5 – Se a ideia é encher a sacola de comida, vá direto ao Eataly. O enorme mercado de alimentos italianos ultrasselecionados, misturado a pequenos restaurantes, ganhou a primeira unidade da América Latina em maio de 2015, na Avenida Presidente Juscelino Kubitschek.

6 – Outra atração internacional que pousou por ali: o restaurante Jamie’s Italian. A casa do chef-celebridade inglês Jamie Oliver abriu em março e vive lotada. O público que prova receitas como o tagliatelle à bolonhesa com farofinha de pão e ervas.

7 – A área acolhe ainda muitos restaurantes estrelados por VEJA SÃO PAULO. Só com quatro estrelas, tem o contemporâneo Side, o italiano Nino Cucina e os variados Cantaloup La Tambouille.

8 – E não tem preconceito culinário por ali não. Você pode almoçar no japa-peruano Osaka, jantar uma pizza n’A Tal da Pizza, comer no dia seguinte no asiático Tian, passar depois no francês L’Amitié, e por aí vai.

9 – Depois de tanta comilança, é possíveis queimar as calorias no Parque do Povo. No espaço inaugurado em 2008 dá para caminhar, correr, andar de skate e até jogar xadrez.

10 – A região se mostra bem servida de ciclovias e ciclofaixas de lazer, principalmente perto do parque. Ninguém tem desculpa para ficar parado.

11 – Ainda no tema fitness, academias bacanas povoam a região. Espere ver a Bodytech, a Fit2You, a Triathon, Bio Ritmo, etic.

12 – Com mais de um século de existência, o Esporte Clube Pinheiros é um dos mais tradicionais da cidade. Mantém no Itaim Bibi uma área de 170 000 metros quadrados e equipes de modalidades como handebol, esgrima, pólo aquático, ginástica olímpica.

13 – Está a fim de encontrar um par? O Itaim Bibi tem de sobra endereços para paquerar. Já bote na lista os bares Boteco São BentoBrexóDezoito BarEu Tu ElesTatu BolaKia Ora e The Sailor.

14 – E não é só jovem que sai para agitar, não. Gente de quarenta, cinquenta anos vai no Charles Edward. No Vaca Veia predomina o pessoal com mais de 30 anos. Senhores bon vivant curtem uma botecagem diurna na longeva Mercearia São Roque.

15 – Quase uma Disneylândia para os enófilos, o Bardega é o bar com a maior quantidade de vinhos em taça da cidade. São mais de 100 rótulos disponíveis!

16 – Especializado em design e arquitetura, o Museu da Casa Brasileira fica em uma mansão da década de 40 e tem um enorme jardim. Não deixe de conferir o restaurante interno Santinho.

17 – Para assistir a um filme, em geral blockbuster, o Kinoplex é um ponto de encontro no bairro. Fica no Brascan Open Mall, complexo de lojas e praça de alimentação.

18 – Quem quiser ver uma peça, poderá rumar ao Teatro Espaço Promon, na Avenida Presidente Juscelino Kubitschek.

19 – Na Casa do Saber, dá para se sentir um pouco mais culto. Os cursos livres passeiam por diferentes temas: filosofia, cinema, economia, religião..

20 – A rota das sorveterias no Itaim Bibi se mostra caprichada. A melhor casa da cidade segundo a última edição VEJA COMER & BEBER é a Davvero Gelato Tradizionale, com seus gelados à italiana. O bairro tem espaço ainda para a Vipiteno Gelato & Caffé, a Cuordicrema, a Dolci Magie

21 – Também há de sobra por ali hamburuguerias. Há as tradicionais Joakin’sNew Dog e Milk & Mellow, que parecem que estiveram sempre por lá. De pegada mais moderna, figuram a Butcher’s Market, a Hamburgueria Nacional e a General Prime Burger, entre outras. E não param de surgir novidades.

22 – A melhor cozinha de bar na cidade pode ser encontrada no Camden House, vencedor da última edição VEJA COMER & BEBER. Não deixe de provar as costelinhas ao molho barbecue.

23 – E o ambiente mais bonito? O Kaá, que venceu a categoria variada em VEJA COMER & BEBER, tem um salão de encher os olhos, com uma enorme parede forrada de plantas e teto retrátil.

24 – Gente bonita também não falta no bairro. As agências Mega Models e Ten Model ficam no pedaço.

25 – No meio de tanto espigão, é um alento encontrar um boteco à moda antiga como o  Botequim do Hugo, onde a conta final é somada em uma antiga máquina registradora.

Fonte: vejasp.abril.com.br

 

Ibirapuera chega aos 64 anos

O Ibirapuera está celebrando seus 64 anos. Inaugurado no ano do quarto centenário da cidade, o Parque é o mais visitado e um dos maiores na capital. Fica no distrito de Moema e, embora atraia moradores de toda a capital, é certamente uma atração para moradores da zona sul. Ou melhor, é um único parque que reúne diversas atrações, permitindo vários diferentes passeios nesse único endereço.

No último fim de semana, o Parque recebeu a Virada Sustentável, com shows e palestras. Mas, ao longo do ano todo o Ibirapuera tem intensa agenda incluindo atividades físicas, culturais, artísticas e de defesa do meio ambiente.

Entre as atrações, destaque para o Pavilhão Japonês, o Museu Afro Brasileiro e o Planetário, que permitem viajar sem sair do parque.

Para a prática de atividades físicas, a pista de cooper, a ciclovia, os equipamentos de ginástica espalhados por toda a área e a marquise do Ibirapuera são os destaques.

O Parque ainda conta com o Pavilhão da Bienal, a Oca, o Museu de Arte Moderna, o Museu de Arte Contemporânea e o Auditório que oferecem shows, exposições e até uma escola instrumental gratuita.

Para aprendizado sobre meio ambiente, destaque para a UMAPAZ, a Universidade do Meio Ambiente e Cultura de Paz, a Escola de Astrofísica e a Escola de Jardinagem, além do Centro de Convivência e Cooperativa.

Há ainda ofertas de mudas no herbário, para cidadãos, e uma Divisão da Fauna que recebe e atende animais silvestres vitimados na cidade de São Paulo.

Há diversas linhas de ônibus que saem das estações Vila Mariana e Ana Rosa e Ana Rosa do metrô: 677A-10 (Terminal Jd. Ângela – Metrô Ana Rosa); 695V-10 (Terminal Capelinha – Metrô Ana Rosa); 775A-10 (Jd. Adalgiza – Metrô Vila Mariana) e 775C-10 (Jd. Maria Sampaio – Metrô Santa Cruz).

Fonte: http://jornalzonasul.com.br

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Qual a importância do dólar e do mercado de câmbio

Não existe um limite para a compra de dólares no Brasil.

O dólar americano é a moeda emitida pelo Federal Reserve (o banco central dos Estados Unidos) para a realização de pagamentos nos EUA e que serve também como referência para a maioria das transações internacionais. O dólar pode ser convertido em outras moedas no mercado de câmbio, que, na verdade, inclui todas as operações em que há troca de moedas – seja ela a americana ou não. O fato de a maioria dos países do mundo terem uma moeda própria torna necessárias as operações de câmbio para a realização de transações de comércio exterior, investimento estrangeiro direto, investimentos em bolsa ou outros ativos financeiros em países diferentes, empréstimos externos, viagens, transferências financeiras internacionais, remessa de lucros e compras no exterior.

Não existe um limite para a compra de dólares no Brasil. No entanto, a legislação não permite que o dólar seja usado diretamente como moeda de pagamento na compra de bens ou contratação de serviços dentro do País. Um cidadão brasileiro também não pode abrir uma conta corrente em dólares em uma instituição financeira que opera no Brasil.

Sempre que quiser ou precisar trocar reais por uma moeda estrangeira, os brasileiros terão de utilizar o mercado de câmbio. Não há um valor máximo para a compra de moeda estrangeira por empresas ou cidadãos, mas, para realizar a conversão dos reais, é necessário seguir uma série de regras do Banco Central, da Comissão de Valores Mobiliários e da Receita Federal, que, juntos, disciplinam essas operações.

A taxa utilizada para o câmbio de moedas é livremente pactuada no mercado financeiro entre compradores e vendedores, mas está sujeita a interferências externas. O governo brasileiro tem adotado uma política cambial conhecida como “flutuação suja”, em que o câmbio não é nem fixo nem flutua apenas ao sabor do mercado. O governo pode interferir na formação da taxa por meio do Banco Central, que possui mais de US$ 300 bilhões em reservas internacionais. Esse dinheiro garante ao BC poder de fogo para levar a cotação do dólar para cima ou para baixo, de acordo com seus objetivos. Ao incentivar a oscilação do dólar para baixo, o governo pode, por exemplo, ajudar o BC a conter a inflação, facilitando a importação de produtos. Já um dólar mais valorizado aumenta a competitividade dos produtos nacionais.

Dólar comercial, turismo, paralelo e ptax

Apesar de o dólar ser uma moeda só, há, no Brasil, diferentes cotações para a divisa.

dólar comercial é utilizado para transações cambiais entre dois bancos ou entre instituições financeiras e grandes empresas. Há cotações diferentes de compra e de venda. A diferença entre as duas cotações representa o lucro bruto do banco responsável pela intermediação das negociações.

dólar turismo é utilizado para negociações de moeda estrangeira entre bancos e pessoas físicas, que geralmente têm o objetivo de viajar e fazer compras no exterior. Como as quantidades de moeda movimentadas em cada uma dessas operações costumam ser bem menores, o spread do banco ou casa de câmbio é maior.

dólar paralelo é ilegal. Esse mercado existiu no Brasil até a década de 1990, mas começou a morrer no governo Collor. Hoje é necessário ser instituição autorizada pelo Banco Central para comprar e vender moeda estrangeira. Um doleiro que negocia a moeda comete crime federal.

Ptax (ou Ptax 800) é a taxa média ponderada de negociação de dólares entre instituições financeiras. A taxa também funciona como um indexador da variação cambial, já que os contratos de dólar futuro negociados na BM&F seguem o valor da Ptax futura. Para operações de câmbio de dólares por outras moedas que não o real, também é utilizada a Ptax.

Como compro dólar para viajar

No Brasil, é necessário ter autorização do Banco Central para realizar a intermediação da compra e venda de moeda estrangeira. Essas autorizações podem ser concedidas para bancos, corretoras, casas de câmbio, agências de viagem e correspondentes bancários. A recomendação dos especialistas para quem vai viajar daqui a alguns meses é ir comprando dólar aos pouquinhos em alguma dessas instituições para não ser surpreendido por uma possível alta abrupta das cotações.

O dólar pode ser comprado e vendido à vista em espécie (papel-moeda), cartões de débito pré-pagos ou travellers checks. A principal desvantagem do papel-moeda é a insegurança. Se o turista for roubado, fica sem o dinheiro. É recomendável, portanto, transportar apenas a quantia necessária em papel-moeda, mas utilizar também outras formas de pagamento.

Os cartões de débito ajudam a resolver o problema da insegurança. O turista carrega o cartão com dólares que poderão ser gastos no pagamento de compras ou para saques em caixas eletrônicos no exterior. Para realizar essas transações, é preciso ter a senha. Como esses cartões geralmente utilizam as bandeiras Visa, Mastercard ou American Express, é fácil de realizar saque na maioria dos países. Mas no interior de cidades da China ou da Índia, por exemplo, o turista pode ter algumas dificuldades.

Outra vantagem do cartão de débito é que ele é pré-pago e não permite que o turista extrapole nos gastos. Ainda que o plástico possa ser recarregado do exterior com mais dólares, acaba sendo menos provável que a pessoa realize gastos por impulso ou supérfluos.

Os traveller checks são considerados bastantes seguros porque possuem seguro contra roubo, perda ou extravio. Mesmo que o turista seja furtado, o ladrão terá de apresentar o passaporte ou outro documento de identificação e assinar um formulário para convertê-lo em dinheiro. O problema dos traveller checks é que eles podem ser trocados por dinheiro em um número de estabelecimentos bem menor do que aqueles que permitem o saque de recursos com cartões.

A última forma de realizar gastos no exterior é o cartão de crédito. Ao invés de comprar dólares antes de viajar, o turista realiza suas compras no exterior e acerta suas contas na próxima fatura. Há três inconveniências nesse tipo de operação. Se o dólar subir entre o momento da compra e o fechamento da fatura do cartão, o turista pagará mais caro do que o imaginado em suas compras.

Outro problema é o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Gastos no cartão de crédito no exterior são tributados com uma alíquota de 6,38%. Já quem compra dólar à vista (em papel-moeda, cartões de débito ou travellers checks) pagam apenas 0,38% de IOF. Vale lembrar que nessas três opções o turista comprará a moeda americana pela cotação do dólar turismo, mais alta que o comercial. Já no cartão de crédito, o valor da compra poderá ser convertido em reais pela cotação do dólar comercial ou turismo, dependendo da política da instituição financeira emissora. É interessante checar com o banco qual é seu caso antes de tomar uma decisão.

Por último, se o turista quiser sacar dinheiro com o cartão de crédito no exterior, além do IOF, terá de pagar taxas ao banco pela operação – ao contrário do que acontece no pagamento de compras. Dependendo do valor das taxas, pode ser interessante realizar esse tipo de transação apenas em caso de emergência.

Sempre que um brasileiro realiza uma operação de câmbio, a instituição financeira responsável pela intermediação é obrigada a repassar as informações para o Banco Central. A legislação tenta, com isso, coibir crimes como evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Uma das restrições para dificultar a vida dos criminosos é permitir a compra de dólar com pagamento em papel-moeda em reais apenas para operações de até R$ 10 mil. Se quiser comprar mais dinheiro do que isso, a pessoa terá de pagar via TED, depósito bancário ou cheque em nome do comprador para o vendedor. Dessa forma, os autores das operações serão sempre conhecidos pela autoridade monetária, uma vez que bancos e corretoras precisam repassar as informações ao BC mensalmente.

Mesmo em operações menores em que o pagamento é feito em dinheiro, o banco ou a corretora vão pedir para que o cliente apresente cópias do CPF e RG. Até nos caixas eletrônicos, onde desde 2012 já existe autorização do BC para a compra de até US$ 3 mil, a pessoa será identificada. Nesse caso, a identificação é 100% eletrônica – o comprador dos dólares será considerado o titular do cartão utilizado para o saque.

Como invisto em dólar

Para investir em dólar, no entanto, o mais prático é utilizar aplicações financeiras do que dólar em espécie. Bancos e corretoras oferecem aos clientes fundos cambiais, em que é possível ganhar (ou perder) com a oscilação do dólar. Os fundos cambiais aplicam ao menos 80% dos recursos em ativos atrelados ao dólar ou ao euro, geralmente por meio de derivativos como o contrato de dólar futuro negociado na BM&F. Se quiser, o cliente pode investir em um fundo que investe 100% do dinheiro em dólar.

Esses fundos, no entanto, são recomendados por especialistas apenas para proteção. Poucos são os investidores capazes de lucrar com especulações no mercado de câmbio. O mais conhecido deles é George Soros. Para a maioria das pessoas, ao contrário, esses fundos servem apenas para se proteger de eventuais altas da moeda americana contra o possível encarecimento de uma viagem internacional, uma pós-graduação no exterior ou gastos em dólar mais à frente.

A desvantagem dos fundos é que o investidor terá alguns custos que podem fazer com que o possível lucro seja um pouco menor que a oscilação da moeda. Os fundos cambiais cobram taxa de administração dos quotistas. Também será preciso pagar IR (com uma alíquota que varia de 22,5% a 15% do lucro, dependendo do prazo da aplicação) ou IOF (apenas para aplicações de menos de 30 dias).

Existem ainda algumas opções para apostar na alta do dólar. O investidor pode comprar diretamente na BM&F minicontratos de dólar futuro, via home broker ou mesa de operações de uma corretora. Outra alternativa seria comprar ativos atrelados também à cotação da moeda americana – como ouro na BM&F ou ações de empresas estrangeiras negociadas na Bovespa (os chamados BDRs). Em ambos os casos, porém, o investidor estará correndo dois riscos: o da desvalorização do dólar e também o da perda de valor do ativo adquirido em si.

Dúvidas mais frequentes sobre o dólar

1 – Qualquer pessoa pode comprar e vender moeda no mercado de câmbio?

Sim. Para compras de até US$ 3 mil, é possível pagar pelos dólares em dinheiro (e não apenas via TED, depósitos bancários ou cheques em nome do comprador para o vendedor). Também não é necessário ser correntista de uma instituição financeira para comprar até US$ 3 mil.

2 – Existe algum limite de compra ou venda de dólar?

Não. Mas para valores acima de US$ 10 mil, é necessário declarar a transação.

3 – Existe uma taxa de câmbio determinada pelo Banco Central para essas operações?

Não. A taxa é livremente pactuada entre comprador e vendedor.

4 – O banco é obrigado a entregar moeda em espécie?

Não. Se o banco não tiver dólar em uma agência, por exemplo, ele não é obrigado a fechar a transação. Em geral, as transações de câmbio são fechadas pelos bancos apenas em grandes agências.

5 – Qual documentação é preciso apresentar para comprar dólar?

Quem não é correntista de um banco nem estiver sacando os recursos com cartão de crédito, terá de deixar cópias de RG e CPF para comprar moeda estrangeira.

Fonte: infomoney.com.br

INVESTIMENTO NO MERCADO IMOBILIÁRIO DE FLATS

INVESTIMENTO NO MERCADO IMOBILIÁRIO DE FLATS

INVESTIMENTO NO MERCADO IMOBILIÁRIO DE FLATS

Para fins de investimento, consideramos como FLAT, tudo e qualquer imóvel, que tenha uma administração hoteleira, possa ser adquirido através de escritura pública (venda e compra) e possa gerar RENDA.

I – PRINCIPAIS VANTAGENS DO INVESTIMENTO EM FLATS

  1. Segurança de um investimento imobiliário;
  2. Liquidez de um investimento financeiro a médio e curto prazo (30 à 90 dias);
  3. Proporciona rendimentos líquidos mensais de 0,5% a 1,0%;
  4. Possibilidade de investimento, a partir de R$ 100.000,00 a vista
  5. Não há riscos de inadimplência, em relação aos rendimentos, devidos à gestão hoteleira;
  6. Potencial de valorização do imóvel.

II – CARACTERÍSTICAS DA UNIDADE POOL*:

  1. Não existe a preocupação do proprietário em alugar o imóvel, pois dica sob a administração hoteleira, com rateio dos rendimentos;
  2. O proprietário não se preocupa com o pagamento do IPTU e condomínio, que são de responsabilidade do pool, pois a distribuição dos rendimentos é líquida;
  3. Redução dos rendimentos distribuídos na baixa temporada (em média 3 meses no ano) dependendo do empreendimento;
  4. Manutenção e atualização do imóvel, mobília, equipamentos e decoração por conta do Pool;
  5. Rendimento médio líquido mensal de 0,5% à 0,7%.

*Pool – Significa administração do apartamento pela hoteleira.

III – CARACTERÍSTICA DA UNIDADE FORA DO POOL*:

  1. O proprietário, (através de imobiliárias especializadas) é o responsável pela locação do imóvel, mediante Contrato de Hospedagem, que não está sujeito a Lei do Inquilinato;
  2. O pagamento do IPTU e do é de responsabilidade do proprietário;
  3. O pagamento do “aluguel” é adiantado e eventual hipótese de atraso, as chaves podem ser bloqueadas na recepção do hotel e as bagagens ficam retidas até o efetivo pagamento;
  4. Perfil dos clientes: hóspedes de alto nível (diretores, executivos, empresários, turistas, etc.);
  5. Manutenção e atualização do imóvel, mobília, equipamentos e decoração por conta do proprietário;
  6. Rendimento médio líquido de 0,5% a 1,0%.

*Fora do Pool – Significa administração do apartamento pelo proprietário ou moradia do mesmo.

Brasileiros estão mais conscientes para comprar imóveis

Segundo Martins, existe um equilíbrio maior atualmente. “Hoje, o mercado é muito mais maduro. Digo isso tanto das empresas quanto dos compradores, dos corretores. Antigamente, corretor queria vender a qualquer custo, mesmo que não tivesse condições. Temos uma demanda mais firme.”

O mercado imobiliário mais do que dobrou o número de lançamentos no segundo trimestre de 2018. De acordo com dados divulgados CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), foram colocadas 25 485 mil novas unidades no mercado. Em relação ao mesmo trimestre de 2017, o aumento foi de 19,9%, quando 21.257 unidades foram lançadas.

Ao R7, José Carlos Martins, presidente da CBIC, explica que apesar do aumento do número de lançamentos, os compradores estão mais conscientes em relação ao passado. “Como tinha uma valorização dos imóveis muito grande, algumas pessoas compravam para revender logo na sequência e ter um lucro em cima disso. Não é esse mercado que a gente quer”, avalia. “A gente quer a compra consciente, daquele que compra para levar para si, quer levar para sua família, quer comprar para um filho. A gente quer que aquele imóvel seja utilizado para que não acontecer o que aconteceu. E as pessoas estão mais conscientes.”

Segundo Martins, existe um equilíbrio maior atualmente. “Hoje, o mercado é muito mais maduro. Digo isso tanto das empresas quanto dos compradores, dos corretores. Antigamente, corretor queria vender a qualquer custo, mesmo que não tivesse condições. Temos uma demanda mais firme.”

Porém, o presidente da CBIC alerta para o risco de um novo aumento dos preços. “Na época do boom imobiliário, lá para 2010, as pessoas saíam às compras e aumentou, em valores reais, de 35 a 40% os valores dos imóveis. Estamos avisando que pode acontecer novamente e a gente não quer que isso aconteça porque não é um bom momento para que isso aconteça novamente.”

Minha Casa Minha Vida – O programa Minha Casa Minha Vida, lançado em março de 2009 pelo Governo Federal, já fez mais de seis milhões de moradias em todo o país. De acordo com Martins, cerca de 70% dos lançamentos ofertados no Brasil são oriundos do MCMV. “Esse número tem alguns significados. Em 2014, o programa tinha 25% do mercado. Hoje, se falarmos em unidades, chega a 70%”, explica. “O que aconteceu: a caderneta de poupança perdeu recursos por causa da Selic muito alta. Aí, não tinha dinheiro para financiar, já o fundo de garantia tinha. O encolhimento da poupança foi que fez com que o Minha Casa fosse mais significante”, acrescenta.

O presidente da CBIC ainda diz que outro fator é determinante para os números expressivos do programa de moradia. “A renda dos brasileiros encolheu. Então, aquelas pessoas que poderiam comprar um imóvel de maior valor, já estão comprando um de menor valor. O programa cabe mais no bolso.”

Fonte: ibrafi.org.br