Especialistas defendem maior presença da tecnologia no mercado imobiliário

A tecnologia precisa chegar com mais força ao mercado imobiliário, para facilitar investimentos e crédito ao consumidor, segundo especialistas do setor e economistas reunidos no Summit Imobiliário 2019, que acontece nesta terça-feira, 16, em São Paulo.

Para o economista-chefe da Necton, André Perfeito, as empresas do setor precisam de uma inovação semelhante ao que ocorreu com o setor de transporte, com aplicativos como Uber e 99. “O mercado brasileiro é muito generoso e a equipe econômica do governo tem esse espírito de mexer na microeconomia e reduzir burocracias. O momento atual é preocupante para o mercado financeiro, mas o espaço para crescer existe.”

Para o vice-presidente de Habitação da Caixa, Jair Luís Mahl, apesar do desafio de se financiar, o setor deve se reinventar. “No caso da Caixa, precisamos pensar em formas inteligentes de usar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).”  Ele estima que o número de financiamentos do setor deve crescer este ano, impulsionado pela poupança.

O executivo do Santander Gustavo Alejo Viviani diz que o banco privado também viu a procura por financiamento aumentar no primeiro bimestre e está otimista com o segundo semestre.

“Além das reformas importantes para destravar o investimento, como a da Previdência, o mercado deve apostar em tecnologia. “Uma área que poderia melhorar é a de cartórios. Pode ser mais barato, rápido e moderno. Hoje, o comprador tem muito trabalho para regularizar a compra.”

Já Paulo Humberg, da Key Cash, diz que o mercado pode buscar novas formas de crédito. “As empresas de tecnologia precisam se aproximar do setor. Se o banco não empresta, as fintechs podem entrar e financiar tanto as incorporações quanto o consumidor que busca crédito.”

Fonte: ibrafi.org.br

 

Feira da construção civil mostra casa sendo erguida em 24 horas

A promessa é construir uma casa com pouco menos de 50 metros quadrados em apenas 24 horas na presença das pessoas que visitarem a Feicon Batimat, salão internacional de construção e arquitetura que acontece em São Paulo entre 9 e 12 de abril.

A Casa 24h, apresentada também como alternativa para reduzir o déficit habitacional do país, de 7,8 milhões de unidades, tem sala, cozinha, dois quartos e banheiro.

É um sistema de construção industrializada. De acordo com o modelo, ao mesmo tempo em que o terreno é preparado as paredes de concreto já estão sendo produzidas na fábrica, com aberturas para janelas e passagem de dutos.

Os visitantes que quiserem poderão acompanhar o Big Brother da obra em três turnos de oito horas, em média, nos três primeiros dias do evento.

“A maior parte do trabalho é feita dentro de um galpão. Depois, tudo é montado como se fosse um Lego. Não precisa estocar material ou reservar uma área administrativa na obra”, diz Luiz Henrique Ferreira, diretor da Inovatech Engenharia, consultoria de sustentabilidade na construção civil e idealizadora do projeto Casa 24h.

O objetivo desse sistema também é de oferecer ganho em escala. Uma casa do mesmo porte demora, em média, dois meses para ser erguida de maneira tradicional, segundo Ferreira.

“Há esforços governamentais como o programa Minha Casa Minha Vida, que até que foi bem-sucedido, porque entregou milhões de casas nos últimos anos, mas ainda assim o déficit habitacional se mantém”, diz Ferreira.

Participam do projeto junto com a Inovatech outras 14 empresas, das áreas de sistemas elétrico e hidráulico, paredes de concreto, concepção arquitetônica e design de interiores, entre outras.

Todas essas atividades são reunidas na plataforma BIM (Building Information Model), que projeta virtualmente as etapas de construção de uma obra. Com essa ferramenta é possível prever, por exemplo, conflitos entre elétrica e hidráulica.

Um projeto em São Paulo com 20 residências desse tipo tem valor estimado em R$ 90 mil a unidade. Se forem cem casas, esse preço cairá para R$ 76 mil, segundo a empresa.

A ideia é erguer casas padronizadas e construídas com técnicas de repetição, como em uma linha de produção. Isso aumenta a qualidade da obra e evita desperdício de materiais, segundo Ferreira.

A casa feita da maneira convencional permite maior personalização, mas as chances de falhas são maiores nesse estilo de construção.

“Conseguimos colocar o que há melhor de mercado em termos de engenharia, projeto e inteligência a partir do momento que temos escala e esses custos se diluem”, afirma Ferreira.

O projeto prevê paredes de concreto pré-moldado, desenvolvidas em sistemas de fôrma da empresa Kronan. O piso também é de concreto, e as telhas, de fibrocimento.

Por dentro, a Decoradornet garante a personalização. A empresa propõe a popularização de projetos de decoração de interiores por meio da conexão online entre profissionais e clientes.

Um plano de decoração para uma Casa 24h pode ser oferecido de R$ 375 a R$ 625, de acordo com os sócios da plataforma, Marina Albuquerque e Guilherme Ommundsen. Mais de mil profissionais estão cadastrados, eles dizem.

O sistema de construção industrializado dá mais segurança tanto aos operários da obra quanto aos moradores, segundo Robson Jorge, engenheiro da SIL Fios e Cabos Elétricos, que fornecerá produtos à Casa 24h.

“Cada construção convencional é feita por um profissional diferente, que pode entregar uma emenda mal executada. No caso da construção industrializada, não há profissional bom ou ruim”, diz.

Construções 100% industrializadas são uma tendência mundial, diz Ferreira, da Inovatech. A técnica é comum em países da Europa, mas deve se consolidar no Brasil nos próximos dez anos, avalia.

Segundo Oswaldo Neto, diretor da construtora ForCasa, especializada em imóveis do Minha Casa Minha Vida, empresas que não adotarem as construções modulares ficarão para trás. A ForCasa não participa do projeto Casa24h.

Fonte: ibrafi.org.br

Chegada de metrô provoca boom imobiliário em Moema, zona sul de SP

A zona Sul de São Paulo, que sempre atraiu grandes investimentos imobiliários, ficou mais cobiçada a partir da inauguração de novas estações de metrô. A região concentrou 28% de todos os lançamentos feitos na capital, segundo dados Secovi-SP.

A maioria dos novos empreendimentos está próxima das estações da linha 5-Lilás do metrô, que ligará o Capão Redondo à estação Chácara Klabin.

“Houve um boom de lançamentos em Moema depois que entregaram, no ano passado, as estações Moema e Eucaliptos, inclusive com o surgimento de imóveis com um dormitório”, afirma Pajero, gerente da MAC.

Levantamento do Grupo Zap mostra que os bairros de Moema e Indianópolis foram os que alcançaram melhor rentabilidade na revenda de imóveis, considerando o período de dezembro de 2016 a junho de 2018. “Nunca o metrô atraiu tanto interesse”, diz Danilo Igliori, economista do grupo.

É nesse eixo da zona sul que se localiza ao menos a metade dos lançamentos da Eztec previstos para este ano, segundo o gerente comercial e de gestão de empreendimentos Tellio Totaro.

As estações Fradique Coutinho, inaugurada em 2014, e Oscar Freire, entregue em abril do ano passado, da linha 4-Amarela do metrô, alavancaram investimentos na região da Rebouças e beneficiaram distritos da zona oeste, como Pinheiros, Cerqueira César e Jardins.

O empreendimento Z. Pinheiros, da Eztec, lançado em novembro do ano passado a poucos metros da estação Fradique Coutinho, já vendeu 50% das unidades.

O bairro de Perdizes também voltou para a mira de investidores. A expectativa é que com a entrega da estação Perdizes, da linha 6-Laranja, que deve ser inaugurada em 2021, aumente a procura por estúdios e apartamentos com um dormitório. Hoje esse tipo de imóvel é raro na região.

Fonte: ibrafi.org.br

Prefeitura de SP alterará Lei de Zoneamento para tornar procedimentos previstos mais claros

A Prefeitura de São Paulo vai alterar Lei de Uso e Ocupação do Solo.  Promessa desde a gestão Doria, a revisão deve chegar ainda neste semestre à Câmara, explicou o prefeito Bruno Covas.

“Alterações, ajustes na Lei de Zoneamento para tornar mais claro  procedimentos lá previstos. Ajuste fino que havia sido anunciado ainda com a
secretária Heloisa Proença, e assim que tivermos texto redondo vamos encaminhar para a Câmara municipal”, disse.

A revisão é um desejo do setor imobiliário que reclama da restrição do potencial construtivo na capital e elevação da outorga onerosa à prefeitura,
que geraram supervalorização dos terrenos em São Paulo, como ressaltou o vice-presidente do Secovi, Emilio Kallas.

“Tem o meio do bairro, que é considerado como remanso, esse é muito difícil viabilizar por baixa utilização de terreno e pelo preço de outorga”, explicou.

Mas urbanistas defendem um período maior de tempo para a maturação da Lei de Zoneamento, aprovada na gestão Haddad. A mudança legislativa depende do aval da maioria qualificada dos 55 vereadores, na Câmara de São Paulo.

Fonte: ibrafi.org.br

Imposto de Renda 2019: veja quando atualizar o valor de bens e imóveis

Como transformar imóveis em capital para investir em seu negócio

O sale-leaseback permite que empresas gerem recursos financeiros com a venda de seus imóveis para um investidor imobiliário e permaneçam como locatárias

Ter recursos para investir no crescimento do negócio sem precisar recorrer a financiamentos e empréstimos é o objetivo de boa parte dos empresários no Brasil. Uma opção bastante viável que vem crescendo no mercado são as operações de sale-leaseback. Trata-se de uma transação imobiliária que transforma o capital imobilizado da empresa em recursos para aplicar no próprio negócio. Na prática, é bastante simples. Uma companhia, proprietária do imóvel, vende a propriedade para um investidor, que vai alugá-la de volta para o antigo dono.  Dessa maneira, ela continua operando o imóvel normalmente, mas agora com dinheiro em caixa para novos investimentos em seu core business, além de uma série de benefícios financeiros e operacionais.

Justamente por ser uma forma barata e rápida de se obter capital, a adoção do modelo tem se expandido muito rapidamente no país. A Bresco, especializada em terceirização imobiliária e com vários cases de sucesso nesse modelo, registrou o fechamento de contratos importantes nos últimos 12 meses. Danilo Biajoli, da área de desenvolvimento de negócios da empresa, lembra que já tem na sua carteira clientes como GPA, DHL Logistic, Whirlpool, FM Logistic, entre outros. “São companhias que optaram por não alterar o dia a dia de suas operações, se tornando locatárias de suas instalações com a vantagem de ter dinheiro em caixa para reinvestir em seu core business”, diz. Além disso, há benefícios fiscais, já que a locação é despesa dedutível da base do imposto de renda, e há possibilidade de modernização e expansão da estrutura por parte do novo proprietário.

Fonte: exame.abril.com.br

Proximidade com estações do metrô vira fator decisivo na escolha de imóveis

Imobiliária lança modalidade de busca de imóveis segundo a distância
deles com estações do metrô; Vila Mariana (zona sul) e Tatuapé (zona
leste) estão entre as mais buscadas

Faz um tempo que a advogada Eugênia Ignatios, de 40 anos, não sabe o
que é encarar o caos do trânsito diário de São Paulo. Moradora da
região de Indianópolis, na zona sul, ela vendeu o carro que usava
para ir de casa ao trabalho e passou a fazer todos os trajetos de
metrô e bicicleta elétrica. Desde então, diz que recuperou 3h do seu
dia, antes perdidas atrás do volante. “Só faltava ter uma impressora
embaixo do banco. Eu cortava unhas, passava maquiagem, tudo presa no
engarrafamento.”

Além da localização estratégica do bairro, que dá acesso a vias
importantes como as Avenidas Ibirapuera e 23 de Maio, a previsão da
abertura da estação Eucaliptos, inaugurada no primeiro semestre de
2018 na linha 5-Lilás, foi um dos fatores que a levaram a adquirir um
imóvel na região. “Enquanto eu perdia horas no trânsito, poderia
estar na academia ou brincando com minha filha. Morar
estrategicamente mudou a qualidade de vida.”

A escolha da advogada por um ir e vir mais tranquilo, sobre trilhos
ou duas rodas, já se tornou tendência entre os moradores da capital
paulista. Elaine Fouto, gerente de marketing da Lello Imóveis, afirma
que hoje a proximidade do metrô é a primeira exigência de quem
procura um imóvel para alugar ou comprar – tanto que a imobiliária
disponibilizou em seu site uma nova ferramenta de busca criada a
partir do mapa metroviário.

“Nos últimos três meses de 2018, 50% dos negócios fechados estavam a
menos de mil metros de alguma estação. A mobilidade hoje é a segunda
maior preocupação de quem vive em São Paulo, depois da segurança.” De
mãos dadas com o aumento da procura vem a valorização: o aluguel de
imóveis nesse perfil aumentou entre 8% e 15%. Entre as estações mais
procuradas no buscador estão Vila Mariana, na linha azul, e Tatuapé,
na vermelha.

O bancário Eduardo Oliveira, de 52 anos, morou por 10 anos perto do
metrô Paraíso e agora está ao lado da estação Santa Cruz. É outro que
disse adeus ao carro. “Minha vida se transformou, tudo parece mais
perto.” Ele também vê vantagem financeira na escolha: “Meus gastos
diminuíram consideravelmente. Carro é bom, mas viver sem o estresse
do trânsito é muito melhor”, desabafa.

O estresse no trânsito (ou agora a eliminação dele) também é apontado
pelo prensista Ricardo Pimentel, de 46 anos. Após morar em Suzano por
30 anos, ele vendeu sua casa e veio com a família para perto da
estação Vila Prudente, na linha 2-Verde do metrô, no mês passado,
para um apartamento alugado. “O gasto em dinheiro é mais alto porque
pago aluguel, mas o que ganho com a agilidade do transporte compensa:
mais tempo com a família, menos correria e menos estresse.”

Para Alexandre Delijaicov, professor titular da Faculdade de
Arquitetura de Urbanismo da USP, o ideal é que as pessoas possam
viver nos arredores do local onde trabalham e ter acesso fácil – e a
pé – a serviços e lazer.

“Este é o meio de transporte mais seguro, não poluente e
confortável”, sublinha. Como contam-se nos dedos os bairros que
possuem tal infraestrutura, viver perto do metrô faz uma grande
diferença. “Finalmente está voltando a percepção da importância dos
trilhos urbanos no cotidiano das pessoas”, comemora o urbanista.

As incorporadoras estão de olho nessas tendências. Segundo Andrea
Bellinazzi, diretora de Inteligência de Mercado da Tegra
Incorporadora, é observada uma mudança de atitude “também nos casais
mais velhos, com filhos”. “Eles acabam vendendo um dos carros e
utilizando transporte público e táxi ou aplicativos como
alternativa”, ressalta.

Fonte: economia.estadao.com.br

Sesc Consolação tem três dias de muita folia para toda a família no “Carnaval Baguncinha 2019”

o Sesc Consolação convida o público a participar do “Carnaval Baguncinha 2019”
Data inicial: 02/03

Data final: 05/03

Domingo / Segunda-feira / Terça-feira / Sábado /

Área da cidade: Zona Sul

Faixa etária: Livre /

Localização: Ver localização

Telefone: (11) 3234-3000

Está planejando a sua programação de Carnaval para esse ano? Então temos uma ótima dica! É o “Carnaval Baguncinha 2019”, que chega ao Sesc Consolação com uma programação especialmente pensada para toda a família.

As unidades do Sesc São Paulo são também conhecidas pelos seus bailes de carnaval, voltados a todas as faixas etárias e que, além da programação musical, contemplam diversas atividades, como oficinas, brincadeiras e intervenções. Nesse sentido, o Sesc Consolação convida o público a participar do “Carnaval Baguncinha 2019”, três dias de folia onde todas as pessoas são convidadas à diversão, aproveitando cada momento da festa mais democrática do país.

A programação, que é inteiramente gratuita, tem início no dia 2 de março, sábado, e vai até terça-feira, dia 5, sempre a partir das 13h no Ginásio Vermelho, localizado no 2º andar. Somente no domingo a unidade ficará fechada.

O público, infantil e adulto, se divertirá ao som do batuque do Bloco Mamãe Eu Quero (2/3), Bandinha do Saci(4/3) e Banda Estralo (5/3), todos às 16h. Antes disso, haverá oficinas para construção de máscaras e adereços carnavalescos e confecção de instrumentos musicais e lambe-lambe de carnaval. Tudo isso num mesmo ambiente, dedicado à criatividade dos foliões. Ainda nos espaços da unidade, no decorrer da tarde, intervenções musicais farão a alegria dos presentes, com Saladinha de Chita (2/3), Cortejo Circense (4/3) e Pernambolandos (5/3).

Confira a programação completa para cada dia de diversão:

CARNAVAL BAGUNCINHA 2019

Sábado, 2 de março

13h Oficina “Máscaras de carnaval para todas as gerações”
13h Oficina “Ateliê de adereços carnavalescos”
13h Oficina “Construção de Instrumentos musicais”
13h Oficina “Lambe-lambe de carnaval”

14h Apresentação Saladinha de Chita – Espetáculo infantil que reúne canções que aludem a diversos animais e figuras do folclore brasileiro, ao mesmo tempo em que convida a criançada para brincar e dançar os ritmos do Cacuriá (Maranhão), do Samba de Coco (Pernambuco e Alagoas) e da Ciranda (Pernambuco).

16h Baile de Carnaval com o Bloco Mamãe Eu Quero – Fundado em 2015, o Bloco Infantil Mamãe Eu Quero surgiu da vontade de fazer Carnaval, música e eventos para crianças de todas as idades.

Segunda-feira, 4 de março

13h Oficina “Máscaras de carnaval para todas as gerações”
13h Oficina “Ateliê de adereços carnavalescos”
13h Oficina “Construção de Instrumentos musicais”
13h Oficina “Lambe-lambe de carnaval”

14h Intervenção com Cortejo Tudo Nos KonFormis – Nessa intervenção itinerante e musical, Kersito – o palhaço maestro na perna de pau – vem acompanhado por alguns músicos da Jogral Jazz Band e, juntos, fazem um cortejo carnavalesco, ao som de instrumentos como trompete, saxofone, trombone e percussão.

16h Baile de Carnaval com a Bandinha do Saci – O grupo busca reviver as tradicionais marchinhas, recriar canções infantis em ritmo de carnaval, proporcionando que os foliões, pais e filhos, brinquem, cantem juntos e se divirtam num alegre baile.

Terça-feira, 5 de março

13h Oficina “Máscaras de carnaval para todas as gerações”
13h Oficina “Ateliê de adereços carnavalescos”
13h Oficina “Construção de instrumentos musicais”
13h Oficina “Lambe-lambe de carnaval”

14h Intervenção itinerante e musical com Pernambolandos – Nesta apresentação a Cia.de Artes do Baque Bolado, pioneira na difusão dos ritmos nordestinos em São Paulo a mais de 20 anos, traz ao público cantos e toques inspirados nos afoxés de Recife e Olinda somados às possibilidades corporais e estéticas das pernas de pau. Uma festa em homenagem aos povos que lutaram e lutam por liberdade.

16h Baile de Carnaval com a Banda Estralo – Para o carnaval a Banda Estralo apresenta o show “Bailinho Estralante com Carmen Miranda”, uma viagem musical que homenageará a ilustre cantora e renomada artista Carmen Miranda.

Fonte: passeioskids.com

 

O que significam 35 termos do mercado financeiro

Muitos destes termos são em inglês, o que pode dificultar ainda mais a compreensão.

Assim como outros segmentos, o mercado financeiro possui sua própria linguagem. São jargões e expressões que podem ser estranhos a quem não está habituado ao ambiente financeiro.

Para cada termo, existe um conceito por trás que facilita a conexão de profissionais em solo nacional e até mesmo internacional. Por isso, caso tenha interesse na área, é importante entender alguns deles para que não haja confusão.

Os desentendimentos em relação aos termos são comuns. Muitos investidores iniciantes se confundem e acabam desistindo de fazer seus investimentos devido às nomenclaturas.

Inclusive, muitos destes termos são em inglês, o que pode dificultar ainda mais a compreensão.

Este guia poderá ajudar quem está começando no mercado financeiro e nos investimentos. Por isso, confira abaixo os principais termos do mercado financeiro.

35 termos do mercado financeiro

1. Abertura: cotação do primeiro negócio do dia de determinado ativo da Bolsa de Valores.

2. Ações: títulos negociáveis que são uma fração do capital social de uma empresa. É negociado na Bolsa de Valores.

3. After Market: pregão eletrônico da Bolsa de Valores após o fim do expediente regular.

4. Alavancagem: utilização de recursos de terceiros par aumento do lucro.

5. Arbitragem: compra e venda de ativos entre os mercados com poucos riscos e exposição.

6. Ativos: denomina os bens ou itens de valor que uma pessoa física ou jurídica possui. O total de ativos possuídos.

7. Amortização: termo utilizado para parcelas pagas de um financiamento. Quando se paga parcelas para diminuir o saldo devedor.

8. Apólice: documento emitido na hora da contratação de um seguro.

9. Benchmarking: avalia o desempenho de um ativo financeiro e compara sua rentabilidade com demais títulos.

10. Bolsa de Valores: mercado onde se concentram as negociações das ações.

11. BDI (Boletim Diário de Informações): possibilita o acompanhamento das operações e da Bovespa.

12. Break-even: quando a empresa gasta o quanto recebe, sem geração de dívidas.

13. Carteira de ações: conjunto de ações de diferentes empresas.

14. Carteira de investimentos: conjunto de investimentos de diferentes tipos de risco que o investidor possui. O ideal é manter a carteira sempre diversificada.

15. Câmbio: operação de troca de moeda nacional por moeda estrangeira – e vice-versa.

16. CDB (Certificado de Depósito Bancário): títulos de prazos fixos emitidos por bancos. Tipo de investimento que pode ser pré-fixado, pós-fixado ou flutuante.

17. CDI (Certificado de Depósito Interbancário): aplicação feita de prazo de um dia útil. Tipo de investimento onde os bancos aplicam os recursos excedentes ou captam renda de outro banco para aumentar a liquidez.

18. CVM (Comissão de Valores Mobiliários): órgão que fiscaliza o mercado de capitais do Brasil.

19. Companhia aberta: empresa que promove os valores mobiliários como de ações, por exemplo.

20. Commodities: matérias primas que passam por processos para aumentar a sua duração.

21. Debêntures: títulos que representam as dívidas de médio a longo prazo de determinada empresa.

22. Derivativos: instrumentos financeiros cujo valor pode ser associado a outros ativos. Ótimos para planejamento estratégico.

23. Dividendos: parte do lucro de uma empresa direcionada aos acionistas.

24. EBIT (Earnings Before Interest and Taxes): lucro de determinado ativo antes da imposição dos juros e impostos.

25. ETF (Exchange Traded Funds): são os fundos de investimento com cotas negociadas na Bolsa de Valores. Permite a diversificação da carteira.

26. FGC (Fundo Garantidor de Crédito): instituição que protege os investidores em caso de falência ou intervenção do emissor do ativo.

27. IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo): a partir deste índice é medida a inflação do país. O valor é calculado pelo IBGE.

28. Liquidez: facilidade da aplicação ser transformada em dinheiro sem que haja perdas do ativo.

29. Taxa Selic: taxa referencial de juros da economia do país determinada pelo Banco Central.

30. Tesouro Direto: títulos públicos de renda fixa emitidos pelo Tesouro Nacional. Tipo de investimento indicado para quem deseja correr menos riscos.

31. Títulos pós-fixados: investimentos nos quais o investidor saberá exatamente quanto irá receber no fim da aplicação. O rendimento é determinado pela inflação.

32. Títulos pré-fixados: remuneração do investimento é determinada no momento da aplicação. O banco oferece um CDB com rendimento X. Ao calcular, saberá quanto irá receber. O investimento pré-fixado mais conhecido é a Poupança.

33. Títulos privados: são os títulos de renda fixa emitidos por bancos e empresas.

34. Títulos públicos: são os títulos emitidos pelos governos federal, estadual e municipal. Podem ser pré ou pós-fixados.

35. Volatilidade: variação da cotação de um ativo num período determinado.

Fonte: financeone.com.br

 

Mercado Imobiliário 2019: Tendências, novidades e perspectivas

Com um novo governo, segurança jurídica e maior nível de confiança, o mercado caminha com menos barreiras e mais possibilidades.

Sim, é verdade que faz quatro anos ou mais que os principais meios de comunicação noticiam que o mercado imobiliário está reaquecendo. E, é claro, neste ano de 2019 não poderia ser diferente!

Não, não poderia ser diferente mesmo. Isso porque vemos indicadores de aumento nas vendas e na quantidade de lançamentos nas principais regiões do país. Vemos também um mercado imobiliário arcaico que estava precisando de uma boa crise para se reinventar. Portanto, muito obrigado, crise!

Então, o que mais temos de novo para ser motivo dessa gratidão?

CENÁRIO ECONÔMICO GERAL

Primeiramente, temos um novo governo, que, gostando ou não, tem trazido sucessivos recordes a Bolsa de Valores e, o principal, tem devolvido a confiança para o empresário e para o consumidor.

Outro ponto que merece nossa atenção é a manutenção da taxa básica de juros (Selic) no patamar de 6,5%, definida na primeira reunião do COPOM neste ano (06/02/2019). Para fator de comparação, em 2017, a taxa básica chegou a bater em 13,75%!

Juntamente, temos uma inflação controlada, que fechou o ano de 2018 em 3,75%, ou seja, abaixo do centro da meta do Governo que era de 4,5%. Acompanhada por uma projeção de crescimento do produto interno bruto (PIB) para 2,5% em 2019.

JURÍDICO

A publicação da Lei 13.786/18 que regulamenta o famoso distrato imobiliário, traz a segurança jurídica necessária ao incorporador, que não conseguia a previsibilidade de caixa necessária para dar andamento a projetos e manter as finanças da empresa saudáveis.

Pela nova lei, a incorporadora pode reter até 50% do valor pago, caso o novo imóvel tenha sido adquirido na planta e em regime de patrimônio de afetação.

MERCADO IMOBILIÁRIO

O mercado imobiliário em 2019 vem sendo “puxado” principalmente pela habitação popular, amparada pelo principal programa habitacional do governo brasileiro, o Minha Casa Minha Vida (MCMV). Em algumas regiões do país, como São Paulo, está ocorrendo um boom nesse setor, onde a demanda por novas moradias está superando a capacidade de oferta. Segundo o Ministério das Cidades, o programa corresponde atualmente a 70% do mercado imobiliário brasileiro.

Incorporadoras que antes eram focadas no médio/alto padrão estão buscando novas alternativas no mercado popular. É o caso da Cyrela, que criou a Vivaz para atuar no mercado MCMV.
Ademais, o governo sinaliza que a Caixa Econômica vai continuar ampliando sua atuação social na habitação, focando em maiores recursos e juros baixos no MCMV.

SFH – IMÓVEIS ATÉ R$ 1,5 MILHÃO

No médio/alto padrão, também temos movimentos que sinalizam uma melhora, como o novo teto para financiamento de imóveis na modalidade SFH, que permite a utilização do FGTS e concebe juros menores que os praticados pelo SFI. Até o final de 2018, o valor máximo do imóvel a ser financiado era de R$ 800 mil a 950 mil, a depender da região do país. Atualmente, esse teto é de R$ 1,5 milhão para todo o Brasil.

PRÓ-COTISTA X SFH

Ao passo que a Caixa aplica juros de mercado para médio e alto padrão, bancos privados como Bradesco e Santander, estão em processo de abertura de suas linhas pró-cotista, oferecendo ao consumidor que não se encaixa no MCMV, mais uma modalidade de crédito frente ao SFH.

Porém, os juros da pró-cotista não estão  atrativos neste momento, estando altos frente aos praticados no SFH. A esperança é que, no decorrer dos próximos meses, esses juros baixem por efeito da concorrência entre as instituições financeiras.

Fonte: https://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/financiamento-pro-cotista-da-caixa-reabre-com-juros-maiores/

Fonte: infoimobs.com.br